sexta-feira, 26 de abril de 2013

Azeite: alimento funcional, sim!


Ele dá um toque super especial aos alimentos e não falta no cotidiano daqueles que buscam uma alternativa mais saudável nos pratos. Até agora como coadjuvante, tem conquistado cada vez mais espaço à mesa e já dá sinais de que pode, sim, ser um protagonista de peso na alimentação. 
O azeite é extraído das azeitonas, fruto das oliveiras. Segundo a nutricionista funcional e personal diet Débora Sorgi, dá para fazer uma coleção dos benefícios que este alimento traz para saúde. Já foram feitos inúmeros estudos ao redor do mundo e, em cada um deles, a lista dos pontos positivos só cresce. Para começar, uma colher de sopa possui 90 calorias. A recomendação é que sejam consumidas de uma a quatro colheres por dia, de acordo com o objetivo e a característica de cada um.
O nutriente em evidência no azeite é a gordura monoinsaturada, necessária e indispensável no organismo para manter diversas funções dentro do corpo. "Além da gordura monoinsaturada, são encontrados na composição os polifenóis - que são compostos antioxidantes fortíssimos -, o famoso grupo dos ômegas ou ácidos graxos essenciais (ômega 3, ômega 7, ômega 9 e ômega 6), além das vitaminas lipossolúveis (A,D, E e K), em especial a vitamina E que está em maior quantidade do que as demais", explica a nutricionista.
Trocando em miúdos, todos esses nutrientes e compostos são responsáveis pela característica medicinal única, que traz grande efeito preventivo para a saúde. "O azeite ajuda a prevenir arteriosclerose, derrame e câncer; protege o coração, o cérebro, a parede do estômago quanto a agressores externos; possui ação nutritiva para pele - inclusive protegendo contra o envelhecimento -, cabelos e unhas; ajuda a reduzir gorduras abdominais; auxilia no bom funcionamento do pâncreas e melhora a saúde dos ossos", pontua Débora.
Além de tudo isso, alguns nutrientes do azeite têm poder anti-inflamatório e auxiliam os neurotransmissores cerebrais, contribuindo para a melhora no quadro de hiperatividade em crianças, Males de Alzheimer e Parkinson, depressão, menopausa, TPM, entre outros. 
Os especialistas garantem que, com tantos benefícios, é impossível ficar sem ele diariamente na nossa alimentação. Mas não adianta usar qualquer azeite. "É importante compreender que tipo utilizar e que características ele deve apresentar para ser tão benéfico à saúde", orienta a nutricionista.
No mercado existem diversos tipos: o extra virgem, o virgem, o refinado e o puro. Mas, qual deles é o melhor? Débora explica que para obter todos os benefícios deve-se buscar sempre pelo azeite extra virgem. "Fique atento ao seu grau de acidez que deve ser menor do que 0,5% (<0.5%). Este tipo de azeite é extraído após a primeira prensagem a frio, portanto é mais puro. E, quanto menor a acidez, maior é a pureza e a garantia dos bons componentes", garante a especialista.
Os demais tipos de azeites são conseguidos a partir da segunda prensagem e acabam não mantendo tamanho grau de pureza e qualidade. São menos concentrados e podem não ser extraídos a frio o que compromete ainda mais a qualidade.
E qual a melhor forma de utilizar o azeite extra virgem? Débora Sorgi ressalta que quanto menos processar os alimentos melhor, pois eles mantem mais a suas características originais, o que no caso do azeite são as mais interessantes. "Portanto, usar em saladas ou por cima da comida sem aquecer é, sem dúvida, a melhor forma de utilização. Caso opte por cozinhar com o azeite não permita que ele atinja temperaturas muito elevadas", ensina.
Para que seu azeite esteja sempre 100%, siga algumas recomendações da especialista: prefira os de vidro escuro, armazene em geladeira ou em ambiente fresco sem luz.
http://br.mulher.yahoo.com/azeite-alimento-funcional-sim-140700022.html?page=1

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Alimentos detox: saiba o que ajuda a emagrecer e ainda faz bem à saúde

Ao contrário das dietas radicais e muitas vezes polêmicas que surgem de tempos em tempos, a dieta da moda, conhecida como detox, visa não só o emagrecimento, mas também a saúde e o bem-estar. Na verdade, segundo a médica Maria Amélia Bogea, o termo dieta não deve ser usado neste caso,  e sim, reeducação alimentar.
“Todo processo de educação do comportamento alimentar (erroneamente chamado de dieta) busca justamente ‘limpar’ e suprir as células do corpo dos nutrientes que elas necessitam para o seu pleno funcionamento. O emagrecimento é apenas um dos bons resultados obtidos por esta reorganização das funções celulares”, explica Maria Amélia, membro da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN).

Com a colaboração da Dra. Maria Amélia e do Dr. Marcelo Guedes, o EGO selecionou alguns alimentos detox que facilitam na limpeza do organismo e na perda de peso. Mas é importante ressaltar que cada pessoa deve ter uma avaliação individualizada antes de começar o consumo.

”É muito importante investigar detalhadamente sinais e sintomas de cada cliente para que possamos saber quais nutrientes serão essenciais ao tratamento e quais alimentos são importantes fontes dos nutrientes-chave de cada etapa deste tratamento”, explica a médica.

Confira abaixo exemplos de alimentos naturais que fazem parte de um cardápio detox.
Bárbara Duffles
http://ego.globo.com/beleza/noticia/2013/04/alimentos-detox-saiba-o-que-ajuda-emagrecer-e-ainda-faz-bem-saude.html